sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sobre pessoas

Mila

Uma vez romântica reprimida
sempre romântica e reprimida.
Amiga de todos os botecos
qualquer filosofia barata entre copos e garrafas
vazios
sinto que nos parecemos tanto
Todos os sorrisos e não há restrições.


Victor

Falar em Victor é cumplicidade
e querer parar por aqui
Não há descrições
As conversas sinceras
A cerveja enlatada no café-da-manhã
Victor e todos os vícios.


Demo

A amizade sem nexo
Tão amigo que chega a doer.


Estela

Entre tequilas, estranhos e gargalhadas
Estela e seus cabelos curtos, sempre coloridos.

Guilherme,

Doce, amável, admirável, inviável...
quando penso em Guilherme,
não sei fugir de clichês.
Não sei falar em amor,
mas sei falar em Guilherme...
seus olhos castanhos, tão verdes,
suas idéias loucas, tão lindas,
seus comentários enigmáticos,
sempre confuso.
Há uma semana, numa cena ímpar,
conheci Guilherme,
boca entreaberta, sorriso espontâneo,
olhar esguio
tão natural, tão delicado
com alguma malícia, me lembra infância.
mas o que diria Willian ao ler tais frases desconexas?
Willian, não sei, mas Guilherme, não diria nada,
apenas me devolveria um sorriso,
encantardor, doce, lindo, louco, difuso e enigmático.


Filipe

E se eu te gostasse mais,
a gente se confundia


Felipe

A companhia na tarde fria
O despertar das confissões,
que não sabemos fazer baixinho
Ele é como ritmo dançante de britpop
Alegria, paz, abraços sinceros
Eu e ele e não me canso de ouví-lo.

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